quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013




    Maninha... acho que nunca te chamei assim?! Não é para menos, você sempre foi alta e parecia mais velha do que eu kkk. Bem, hoje é o seu dia, o seu aniversário. Primeiramente, parabéns!! Você merece tudo de melhor que a vida pode lhe oferecer, bem como esse super irmão que você tem :).
    Lembro de quando éramos crianças, brigávamos a beça, na maioria das vezes por besteira. Bons tempos... o dia se resumia a brincar e inventar brincadeiras. Você, junto com Raissa e Alyna, formavam um clubinho, enquanto o excluído aqui, tinha que arranjar alguém pra brincar.
    A praia, aquela praia onde crescemos e até hoje frequentamos, a mesma na qual nosso pai nasceu, cresceu e vive até hoje. Lembra das guerras de areia? Ou da aventura que era subir nas pedras? Ou ainda, a primeira vez que você subiu na “minha” prancha? Pois é, eu lembro bem daqueles tempos.
   O tempo passou, e a família, sempre esteve unida. Claro que sempre rolava um briguinha aqui e ali, mas nada que pudesse abalar nossa amizade, na verdade, a amizade mais verdadeira, a entre irmãos. Não só por sermos filhos do mesmo pai e mesma mãe, isso de nada importa, se não há diálogo, confiança e principalmente amor. Você pode até não saber, mas “eu te amo” gordinha. Lembrando que também fui gordinho, e é legal de vez em quando ;).
    E não estou falando isso só porque é o dia do seu aniversário, estou falando algo que devia ter falado há muito tempo. Mas, você sabe... sempre tivemos nossas diferenças, e no fundo eu sei que tu queria ser igual a mim kkk brincadeira. Ei, Sthefany Ribeiro, se cuida viu maninha linda, agora posso chamar de maninha. E estude muito, porque tu sabe que competir comigo é jogo duro.
É isso, parabéns de novo, e seja muito feliz!!



"Esse é o nosso time, um pequeno time, mas que já venceu grandes desafios."




terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vivendo e Aprendendo


      E são esses “quases”, que acabam me derrubando às vezes. Não foi a primeira, nem será a última vez que isso acontece comigo. E como em todas as outras vezes, vou levantar a cabeça, olhar para frente e pensar positivo. Cada vez que caio, me levanto mais obstinado. Cada vez que perco, lembro do que fiz de errado e tento melhorar. Cada vez que não dá certo, eu lembro que já aconteceu uma vez e pode acontecer de novo.
      Acho que o importante na vida é aprender, com os acertos, já que os bons resultados quando repetidos, são gratificantes. Não esquecendo dos erros, esses sim, tem muito a ensinar. Uma vez me questionava: “Quando alguém é o melhor do mundo é alguma coisa, como ele pode melhorar?” Afinal, quando fazemos tudo certo, ou quase tudo certo, não nos prendemos aos pequenos erros, eles passam despercebidos. A questão é: “Sempre há algo para melhorar, pode ser que você não veja, pois está cego com o brilho da vitória, mas que existe, existe!”
      Alguém me disse uma vez, que, você pode perder por qualquer motivo, menos por falta de esforço e vontade de vencer. Concordo com esse ponto de vista, já que, senti na pele o gosto amargo da derrota, depois de incessantes tentativas de virar o jogo. “Sim, lembro bem daqueles tempos em que o sol em consonância com o calor, eram meus piores inimigos. Aquela quadra vermelha, o silêncio que pairava no ar... rompido apenas pelo barulho da bola, passando de um lado para o outro da quadra. Eu tinha 13 anos, e o que mais queria era ganhar um torneio de tênis. Simplório meu sonho, não? Hoje eu também acho, todavia, naquela época, nada me faria mais feliz. Tempos bons, tranquilos, minha única preocupação era melhorar, aprimorar meus golpes a fim de chegar nas finais de algum torneio. Eis que tive minha chance, meu primeiro torneio, eu era um pirralho no meio daqueles marmanjos. Acha que fiquei com medo? Nem um pouco. Jogo a jogo, derrotei adversários que tinham o dobro da minha idade e bem mais tempo no tênis. Ajuda? Tive, em vários momentos, me vi perdido, queria desistir, mas eu olhava para o lado e via pessoas que estavam lá, gritando meu nome... Se eu pudesse agradecer a cada uma delas, agradeceria de coração. Por fim, cheguei em uma final, meu adversário estava acompanhado pelo seu filho, que também jogava tênis. As primeiras bolas, foram fáceis, suaves. Os primeiro pontos? Nem tiveram graça, eu estava confiante! Entretanto, depois do intervalo entre os games, meu adversário mudou o jogo, foi aconselhado pelo seu filho. Em pouco tempo, me vi perdido, as bolas não eram as mesmas, não conseguia impor o meu jogo, e pouco a pouco, fui derrotado. Fiz de tudo que sabia, inventei, inovei, mas a cada erro, o braço ficava mais retraído, não tinha mais forças para correr ou bater na bola. No final do jogo, apertamos as mãos, e como a muito não fazia, chorei como um garotinho. Hoje em dia é gozado lembrar, algo tão besta, mas que significava tanto pra mim. Perdi, admito que perdi. Não para o meu adversário, perdi para mim mesmo, essa é a verdade. Perdi, mas ninguém pode dizer que foi por falta de esforço.” 




terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Finalmente 18


   Caramba, achei que nunca chegaria, mas chegou. E como chegou! Todos aqueles dias pensando em como seria, o que eu faria quando tivesse meus 18 anos... agora já não sei mais se essa é a idade dos sonhos. Sim, é muito legal poder entrar nos lugares mais badalados, curtir com a galera até a hora que eu quiser, poder tirar carteira de motorista e até beber em qualquer lugar. Aí vem o dilema: “ De que vale tudo isso, “poder” fazer muitas coisas, se a verdadeira razão não está em poder e sim em “escolher”.” É como ter todas as peças de um quebra-cabeças e não saber como encaixá-las. De nada vale ter dinheiro se não souber com o que gastar, de nada vale ter uma casa ou um carro, sem alguém para compartilhar.
Só o que tenho em mente agora são dúvidas, problemas, e o peso, o enorme peso da responsabilidade. Sabe, aquela vozinha que fala para você não fazer algo? Bom, a partir de hoje passarei a ouvi-la mais vezes. Porque não é tão fácil quanto antes, cada decisão tem um peso, uma consequência. A razão tem que se sobressair em relação à vontade, ao desejo.
Me pego pensando na vida, em tudo que fiz, nas pessoas que deixei para trás, nos caminhos que já percorri, nas vezes que sorri, nas paixões que vivi... em tudo. Acho que sempre tem algo para melhorar, mas se tivesse que fazer... faria tudo de novo e de novo! Mesmo que às vezes, só às vezes eu não tenha certeza do que estou fazendo, ou ao menos saiba o motivo pelo qual estou fazendo, o importante é que estou fazendo. Estou fazendo e ainda farei coisas, sejam elas boas ou ruins, serão realizações, conquistas minhas e de mais ninguém, dane-se o mundo!
E nesses “achos”, nesses “sei lá”, é que eu vou escrevendo a minha história, guardando cada momento na memória. Como diria Charlie Brown: “ Histórias, nossas histórias, dias de lutas, dias de glória.” E daqui para frente, bem como olhando para trás, eu escreverei as minhas novas histórias, terei os meus dias, os meus momentos e poderei agradecer por tudo que terei e que tenho, visto que, já tenho um sorriso no rosto que demonstra nada mais que uma satisfação notória.
A diferença está entre os que existem e os que vivem. Existir é fácil,afinal você é mais um nesse “mundão”. Mas viver... viver é valorizar cada momento, cada risada, cada abraço, cada beijo, cada vez que você come ou ouve algo bonito, porque ouvir, falar, ver e respirar bem, já são motivos suficientes para você ser feliz. E se não bastar, você faz loucuras, conhece os extremos, mergulha nos sentimentos mais inebriantes, vive histórias fascinantes. Viver é isso, é dar valor ao que Deus te deu, e aproveitar, ser feliz independente de cor, raça, religião, classe social. Quanto mais simples, mais especial, ser feliz meu paciente leitor, e essencial. “Eu vivo... sou feliz, e você o que me diz?”



terça-feira, 22 de janeiro de 2013


   
 " Medo, fé, amor.
Fenômenos que determinam nossas vidas.
Essas forças começam bem antes de nascermos,
e continuam após a nossa partida." ( A viagem.)




Medo, palavra forte, de muitos significados
O que é o medo se não o temor do desconhecido?
Ou ainda do que se conhece, e que nunca esquece
Aquele segredo, às vezes, escondido...
Medo... Todos temos, basta olhar para os lados

Fé... Crença, o poder da palavra e da idealização de algo maior
Um motivo para não desistir de viver
Um consolo, uma escolha, e algo mais
Caminhos traçados, planejados para crescer
A busca de um algo melhor
A beleza de crer no que pouco à pouco se desfaz


Por último, o amor
Doença e ao mesmo tempo a cura
Uma espada de dois gumes
Paixão, sentimento, sofrimento, fervor
Não limita-se, não escolhe a dedo, mas sim com marcante ternura
Pobre é o amante ébrio de amor, refém dos seus ciúmes

São forças incontroláveis, às vezes programadas, dentre tantas inesperadas
Um ciclo que se repete bem antes do seu nascimento
Milimetricamente arrojadas, meticulosamente planejadas
Não há nada que eu posso fazer... Se não, dar meu consentimento.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Maybe, This is the End


   
   Sabe quando você fica querendo a atenção de uma pessoa, mas ela não está nem aí pra você? Quando você fica esperando aquela bolinha verde do face aparecer, só para falar um pouco com ela? Quando você quer que a pessoa lembre de você em algum momento, seja por uma música, uma frase, uma lembrança, qualquer coisa? Bom, é mais ou menos isso que acontece comigo todos os dias, e é por isso, que eu acho que gosto mesmo de você, bem do jeito que você é(8)... É como se não houvesse outra razão pra fazer as coisas, pra levantar todos os dias, e pensar: “Que dia perfeito, hoje eu a verei e não há nada que possa me deixar mais feliz.”
   Às vezes penso em ouvir certos conselhos, esquecer isso, porque o que é pra ser, será! E pelo que parece, essa aventura nem ao menos começará. Se tiver de ser assim, que seja. Só queria uma chance de mostrar quem eu sou de verdade, mostrar que eu sou mais do que eu deixo você ver. Se tive cuidado, se não fui mais direto antes, era por medo de te assustar, por não te conhecer direito. Hoje, sei bem mais do que ontem, e amanhã saberei mais. Isso de nada me serve, pois penso que devia ter feito ontem, o que hoje não tenho mais forças para fazer. E amanhã me doerá, mas vou ter que te esquecer.   



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Fica a dica


    Entendo que certas vezes os sentimentos atrapalham, mas, sério, não entendo como uma pessoa pode querer contê-los o tempo todo. Como lutar contra a nossa natureza? Somos, e acho que sempre seremos seres movidos por impulsos. E por mais racionais que sejam as pessoas, uma hora ou outra, todo mundo se deixa levar por uma vontade, por um desejo. A vida sem isso não tem o mesmo sabor, aliás, não teria sabor algum. O que seria do futebol por exemplo, se o gol nunca fosse comemorado? Se fosse só uma bola batendo na rede, e os dribles bonitos não fossem aplaudidos? Se a torcida não se manisfesta-se hora alguma na partida? Qual seria a graça do jogo? Correr atrás de uma bola? Chutar uma bola?
    O que estava tentando explicar, é que por mais fútil e banal que uma coisa seja, se há sentimentos envolvidos, ela será especial. O simples ato de acordar cedo é uma penúria, quando não se tem um bom motivo para isso. Um beijo de nada vale se não houver desejo, paixão em cada gesto. Não é o que você faz, é como faz e por que faz.
    Então, não reprima seus sentimentos achando que assim você será uma pessoa mais forte, que assim estará protegido de tudo e de todos. A vida de nada vale se não for realmente vivida, se você não tiver motivos para sorrir ou pra chorar, se você não tiver no peito uma paixão e muitas histórias para contar.  


segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Melhor assim do que de maneira alguma


    Felicidade não se compra
       Essa é a mais pura verdade
  Rótulos são colocados todos os dias
 Negar isso é hipocrisia
      As coisas estão ficando estranhas entre nós
    Não sei se gosto disso
 Decidi falar tudo de uma vez
 Agora é tarde para desistir, virou compromisso
         Meu e de ninguém mais
   E mesmo querendo eu não posso negar
 Negar esse sentimento tão bom
         Desejo ter você em meus braços
    O tempo só me faz querer mais teus abraços
Não sei até quando poderei disfarçar
Cada segundo que passa, me deixa mais apreensivo
       Agora preciso de uma resposta, fica comigo?